“O caminho é este, tem pedra, tem sol, tem bandido, mocinho, tem você amando, tem você sozinho, é só escolher, ou vai, ou fica. Eu fui.”
Martha Medeiros.  (via millequeiroz)

“A gente não desiste do que quer, a gente desiste do que dói.”
— Luara Quaresma  (via mani-puladora)

“Tem gente que superestima a importância que tem na nossa vida.
Claro, a gente ama, a gente cuida, a gente desculpa.
A gente faz tudo isso até certo ponto.
Chega uma hora em que começa a nos fazer mal.
A pessoa perde a credibilidade, perde o respeito, perde o afeto, perde a consideração.
Quer ir embora? Vá.
Eu não vou pedir pra ninguém ficar.”
— Ana S. (via amourpas-encore)

“Eu queria não acordar e lembrar que ainda preciso conquistar você, porque você brinca de ser meu, mas mora do outro lado mundo. E eu não sou atleta e nem forte para correr tanto e tão longe, por isso gostaria de destruir tudo o que é seu do meu mapa. Eu tenho muita preguiça do seu olhar de “já sei o que é sofrer, agora posso viver sem medo porque descobri que eu não morro”. Eu já sofri por aí, mas ainda morro muito, todo dia eu velo meus restos e conto uma piada para ninguém perceber.”
Tati Bernardi.    (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

“Foi então que eu resolvi, já que não poderia ser a mais gostosa por uma questão de nascimento, nem a mais inteligente por uma questão de preguiça, ser a mais estranha e a mais engraçada. Hoje eu sou assim, estranha e engraçada. Falo besteira o dia todo, faço todo mundo rir, imito os outros, uso roupas estranhas, tenho estranhas constatações a respeito da vida. Faço caretas ridículas, posso deixar de ser fina num segundo se falar escatologias ou falar putarias para divertir uma mesa qualquer de amigos. Mas de verdade eu só queria que alguém falasse para mim: ei, você é bonita, para de se expor tanto, pode ficar quietinha, pode fechar o decote, pode parar com esse riso nervoso, tô reparando em você, você é bonita.”
Tati Bernardi (via quase-perfeita)

“E eu vou escrever sobre o que, agora? Sobre como tudo sempre dá errado pra mim e com você também não seria diferente? Que, de novo, “não era pra ser”? Nunca é pra ser? Quando é que vai ser?
Iolanda Valentim.  (via reativador)

“Eu tenho o costume de sofrer muito por esperar dos outros uma atitude que não vem. Pode ser da mãe, do pai, do amigo, do colega de trabalho, do namorado, do mosquito que faz barulho chato no ouvido no meio da noite. Eu espero porque eu faço. Me dou de bandeja, mas nem sempre consigo me perdoar. E preciso entender que as coisas não vão ser como eu quero.”
Clarissa Corrêa.    (via se-renissima)